quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O candomblé de Flora



Como ser verdade, representação? Gania
 através o véu – um filho e o peso da crucificação.

Antes, girou para o mundo, ayè
ancestral de si.

A mulher enlouquecia
e nunca nada, nunca foi tão óbvio

Claro, claríssima despedida.

6 comentários:

Fred Caju disse...

Fodão!

Wilson Caritta disse...

seguindo poeta!

arraso.
bjos

Primeira Pessoa disse...

de adeus, claro.
de verdade.

saudades d'ocê ninuska.

r.

Assis Freitas disse...

lendo-te, lento até sentir


cheiros

Betina Moraes disse...

claríssima!

poema de congá...

beijo.

Nathalia Lima - Nlim* disse...

Muy bueno

Nath
http://anathalialima.blogspot.com.br/