quarta-feira, 6 de março de 2013

LES MAINS PLEINES, A FORCE DE LES VOIR


dada à recaídas, brechei os vácuos
sem mim, que dizia casa. por um triz
não sucumbo, a alegria de palmyra.

adoro esse risinho cínico, doce, que se me forma
displicente. de maldade mesmo, quando rímini quer dormir
com as feias. de nojo mesmo, quando insinua seu sexo,

fragilíssimo, às setenta irmãs de anna
akhmátova, o que significa dizer a minha, nana ou sofia.
e não há vácuo. hãhã. as mãos cheias, de tanto se verem.

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